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“Vivi dois anos maravilhos na 2.ª liga”

Marcão foi um dos avançados do Varzim que os adeptos não esquecem. Representou o nosso Clube nas competições profissionais (98/99, 99/00 e 02/03) e desses anos com a camisola alvinegra vestida possui grandes recordações.

Motivos profissionais fizeram-no regressar a Portugal e à Póvoa e, numa vinda ao nosso Estádio, Marcão partilhou o que de melhor viveu no Varzim.

«Guardo as melhores recordações possíveis desta cidade e deste Clube, dos quais aprendi a gostar e que levei no meu coração quando parti. Vivi dois anos maravilhos na 2.ª liga, em que fui o melhor marcador do campeonato. Já o último ano, não foi tão feliz porque descemos de divisão. Mas, em todos esses anos, eu senti que o carinho que eu tinha pelo Clube e pelo público era recíproco.”

Marcão não consegue eleger um golo ou um jogo que tenha feito e que considere ter sido o mais marcante, mas há um episódio que conta vezes sem conta.

“Houve um jogo do qual eu costumo falar. Não me lembro contra quem foi, só sei que fui bater o penalti e, antes, eu pensei para mim “Se eu marcar, vou comemorar com um salto!”. Eu nunca tinha treinado mas fiz o salto. Bati com as costas no chão e sinto a dor até hoje.(risos) O pessoal dizia-me: Porquê que foste inventar?! Gozaram comigo a época toda a dizer que o salto foi muito feio”.

O ex-futebolista reside no Brasil e possui, juntamente com o irmão, uma empresa de venda de grão de café, mantendo o negócio no país natal e em Portugal. Ainda assim, esta foi a primeira oportunidade que surgiu para regressar à Póvoa.

«Nunca tinha tido oportunidade para cá vir, mesmo por lazer. Por isso, estou a aproveitar esta minha viagem profissional para matar saudades e rever a cidade e os amigos que deixei cá ficar. A Póvoa está diferente, está bem mais bonita”.

Quanto ao Varzim, Marcão acredita que as coisas vão mudar para melhor. “Fiquei triste por saber que o Clube teve esta queda, mas acredito que a aposta que foi feita, esta época, vai dar frutos e que, brevemente, o Varzim estará de volta às ligas profissionais”.

Depois de relembrar o seu “nome de guerra” no Varzim, o avançado deixou mensagem aos adeptos e também aos jogadores.

«Lembro-me que a torcida e os meus colegas me chamavam, “Bicho”. Era muito engraçado. Não sei se os adeptos se afastaram do Clube, mas aquilo que lhes posso dizer é para que não percam o fervor e a garra que sempre os caracterizou, porque isso é o que motiva os jogadores dentro do campo. E, aos jogadores, que tenham muita raça e muita vontade. O Varzim é um clube prestigiado e merece estar noutro patamar”.

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