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Quim Berto é o novo treinador do Varzim “B”

Foi jogador do Varzim, nas épocas 01/02, 02/03 e 03/04 e está de regresso ao nosso Clube, desta feita, na função de treinador, para comandar a equipa “B” no Campeonato de Elite Pró Nacional.
O ex-futebolista aceitou o desafio de assumir o projecto que o Clube iniciou na temporada transacta e, em entrevista ao site oficial do Varzim, garante que vai elevar a fasquia quanto a objectivos e exigir mais trabalho e profissionalismo aos jogadores.

– Mais de uma década depois de teres jogado no Varzim, estás de regresso, agora, para ser treinador da equipa B. Como é que tudo se proporcionou?

Aconteceu naturalmente, como tudo na vida. É uma oportunidade que me está a ser dada e que já a tive como jogador. Passei cá dois anos e meio fantásticos, estava no auge da minha carreira, em que as coisas saíam todas bem. Pelo meio vivi uma descida de divisão, mas foi um clube que me ficou no coração e que, no passado, aprendi a gostar. Estou de regresso, numa situação diferente, agora como treinador, mas estou completamente identificado com o Clube.

– Sentes-te feliz por estares de regresso a esta casa?

Só tenho que me sentir feliz. É uma oportunidade de trabalho. Uma porta que se abre e ao serviço do Varzim que para mim não é um Clube qualquer. É um clube de renome no futebol nacional. Oportunidades como esta não se podem recusar, muito menos por mim que vesti esta camisola.

– Quais são os planos para 2014/2015?

Acima de tudo pretendemos trabalhar e valorizar os miúdos da equipa B para chegarem o mais longe possível. O objectivo é fazer a ponte da equipa B para a equipa principal. Temos que preparar estes miúdos para o campeonato difícil que é o Elite Pró Nacional e também para o caso de serem chamados à equipa principal, poderem estar aptos para desempenhar as suas funções da melhor maneira.

– Foi o primeiro ano do Varzim B, na estreia também do Campeonato de Elite Pró Nacional, uma prova muito longa e muito competitiva. Do relatório que te foi feito sobre a época finda, há muitos aspectos que entendas ser necessário mudar?

Eu não tenho um conhecimento muito profundo deste campeonato. Observei alguns jogos nos últimos tempos, mas aquilo que vi deixou-me muito apreensivo, porque é realmente um campeonato muito competitivo. Para os miúdos que sobem dos Juniores e jogam o seu primeiro ano de seniores, poderá ser bom para eles, porque competem com jogadores muito mais experientes e terão que aprender a lidar com isso. Hoje em dia, quem quer ir longe no futebol, tem que se adaptar o mais rápido possível às situações. Nada é fácil, eles têm que trabalhar muito e serem profissionais, para conseguirem chegar ao topo.

– Qual a mensagem que retiraste da tua experiência como jogador do Varzim que consideras importante transmitir a estes jovens jogadores?

Mesmo não tendo sido formado no Varzim, aquilo que eu aprendi como jogador da equipa sénior, foi que a história deste Clube é feita de jogadores com muita vontade e com muita garra. São essas características que vou explorar ao máximo neles.
Para além disso, o Varzim tem sido um clube vendedor e estes miúdos têm que se agarrar a todos os exemplos do passado. Se há jogadores que o Varzim formou, que foram aqui rentabilizados e que, hoje, estão num patamar superior, então, eles também têm que acreditar que podem viver o mesmo. Mas para isso só com muita vontade, muito querer e, acima de tudo, muito profissionalismo.  Esta vai ser a mensagem e o conselho principal que eu vou passar.

– Podemos esperar um “Varzim B” mais forte e ambicioso na próxima época?

Estamos a planificar a nova época para que o projecto” Varzim B” seja diferente daquilo que foi no seu ano de estreia. Não estou aqui a avaliar o trabalho que foi feito na época passada, porque não sou ninguém para o fazer e, até porque o objectivo foi alcançado, a manutenção. Mas é importante aprender com os erros e melhorar alguns aspectos. Para a nova época vamos elevar um pouco mais a fasquia, até para incutir mais ambição aos jogadores e exigir mais profissionalismo e vontade.

– A nova época já está a ser preparada, inclusivamente, ao nível da construção do plantel. Qual é o ponto de situação?

O plantel está neste momento a ser avaliado. Na época passada foram feitas muitas inscrições de jogadores, mas este ano, não vamos cometer esse erro. Estamos a pensar num limite máximo de 23 jogadores, para que haja mais organização e disciplina. Estamos a escolher os melhores miúdos e com maior potencial para chegarem à equipa principal.

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