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Preservar as memórias e construir um futuro próspero

Um Clube de memórias e a preparar-se para um futuro próspero, foi a mensagem que reinou nas cerimónias protocolares do 104.º aniversário do Varzim Sport Club.

Dezenas de associados cumpriram a tradição e compareceram no Estádio para, junto com os Órgãos Sociais, evocarem a fundação do Clube.

Às 10 horas da manhã de Natal, o sócio Guilherme da Nova, hasteou no mastro a norte do Estádio, a bandeira do Varzim, enquanto soava o Hino cuja letra os adeptos sabem de cor “Varzim, és alma e raça, orgulho e vida!”.

Na Sala de Troféus Dr. Armindo Graça decorreram, depois, os discursos dos Presidentes dos Órgãos Sociais, do presidente da Câmara Municipal e, a convite de Edgar Pinho, para falar da história do Varzim, o sócio José Macedo Vieira.

Rodrigo Moça, vice-presidente da Assembleia-Geral, abriu os discursos com uma mensagem de confiança e muito positiva aos sócios, garantindo-lhes que a equipa eleita aceitou o desafio com o único propósito de servir o Clube e acreditando que o futuro será de prosperidade.

Logo depois, Macedo Vieira mencionou alguns pedaços dos 104 anos da história do Varzim, relembrando as vigências de presidentes como Nunes Guerreiro, por exemplo, mas também sem descurar os momentos de crise profunda que o Clube atravessou mas que foi capaz de ultrapassar e que servem de aprendizado. A esperança num futuro de êxito, alicerçado na união dos varzinistas foi a mensagem com que encerrou a sua intervenção.

No seu primeiro aniversário a presidir o Clube, Edgar Pinho começou o seu discurso comparando a fundação do Clube à origem da actual estrutura directiva.” O Varzim nasceu do mesmo modo qu esta direcção pretende fazer, ou seja, através da união. Só em harmonia e próximos dos sócios é que conseguiremos um Varzim mais forte”. O presidente varzinista marcou também o seu discurso pelo respeito à memória. Memória das pessoas que, ao longo destes 104 de existência, serviram o Clube, mas também dos feitos alcançados e momentos desportivos vividos pelo Varzim e que se perpetuam nos troféus exposta naquela sala. O presidente no nosso Clube prometeu aos sócios um lugar condigno e um tratamento respeitador ao espólio, com a ajuda do sócio Mário Rodrigues, autor do Livro do Centenário, ao qual Macedo Vieira, apelidou de “bíblia do Varzim”.

Sobre as necessidades mais urgentes do Clube, Edgar Pinho e Aires Pereira foram uma só voz. Apostar nas infra-estruturas do Clube, ao nível do Estádio e da Academia, é a grande prioridade, ficando a garantia de que já em 2020, serão ultimados os projectos e o avança das obras em 2021. “Sem qualidade nas condições de treino, não há progressão dos atletas e, consequentemente, não se formam activos para o Clube”, referiu o presidente do Município.

No final foram cantados os Parabéns e seguiu-se a tradicional romagem ao Cemitério n.º 1 para homenagem aos fundadores do Clube e, depois, ao Cemitério n.º 2 para homenagem ao antigo funcionário do Clube, Octávio Aguiar e ao sócio, Celso Oliveira.

Preservar as memórias e construir um futuro próspero
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