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É tudo uma questão de… IDENTIDADE!

“Faltam adjectivos para descrever o trabalho dos jogadores neste jogo. Penso que conseguiram demonstrar em campo aquilo que representa jogar no Varzim.” Estas foram as primeiras palavras de Paulo Alves, aos jornalistas, depois da vitória, em Santa Maria da Feira.

Os últimos jogos têm sido assim, com IDENTIDADE. Um factor que mobiliza ainda mais os adeptos varzinistas, que lhes faz transbordar a paixão e que os torna mais íntimos da equipa, ao ponto de ser tornarem um só. É que eles sabem que, se a identidade Varzim entrar em campo, será tudo mais difícil para o nosso adversário. É com uma Alma e uma Raça pode enervar ou desarmar o opositor e que, a nós, nos une, nos fortalece.

Em reduto alheio e frente ao poderoso Feirense, o Varzim teve uma entrada fulgurante. Precisou de apenas dez minutos de jogo para se colocar em vantagem no marcador e, num espaço de dois minutos, fez os golos, reforçando o ímpeto poveiro dentro do campo e nas bancadas. Naquele Estádio Marcolino de Castro respirou-se Varzim, o tempo todo!

O primeiro golo nasceu de um cruzamento, na direita, de Minhoca para a pequena área. Lumeka abordou a bola que sobrou para um remate inicial de Leo Ruiz e regressou aos pés do avançado inglês, que na recarga, fez o golo.
Dois minutos depois, ainda o Feirense tentava recompor-se, os nossos Lobos do Mar voltaram a marcar. George arrancou pela direita, fez o passe atrasado para Leo Ruiz que, à entrada da área, rematou forte sem hipótese de defesa para Caio.

A equipa da casa era obrigada a reagir. Aos 12 minutos, o melhor que conseguiu foi um remate ao poste.
Logo depois, voltou a tremer, quando Luís Pedro, na sequência de um canto do lado esquerdo, enviou a bola aos ferros num cabeceamento.

O Varzim, cheio de garra, não deixava o Feirense ganhar fôlego.

Aos 42’, Minhoca num cruzamento-remate esteve perto de marcar e o golo acabou mesmo por acontecer, dos pés de Rui Moreira, mas foi anulado por fora-de-jogo.

Na segunda parte, o Varzim deu um pouco da iniciativa ao Feirense, mas o adversário somente nos minutos finais conseguiu perturbar.

Até lá, foram várias as ocasiões em que os nossos Lobos do Mar podiam ter feito golo. Minhoca, aos 51’, rematou ao poste; Lumeka, aos 62’ é claramente derrubado na área por Caio, mas o árbitro optou por sentenciar o nosso jogador com um amarelo, por simulação e, aos 75’, já a jogar com menos uma unidade (Luís Pedro, foi expulso por travar um adversário que seguia sozinho para a nossa baliza), Christophe, isolado, rematou para uma defesa primordial do guarda-redes do Feirense.

Foi já nos minutos 80 que a equipa da casa conseguiu criar algum calafrio. Aos 87 minutos, foi a vez de Serginho sobressair com uma excelente intervenção, mas o golo do Feirense acabou mesmo por acontecer, ao minuto 88, num cabeceamento, ao segundo poste, de Nsor.

Com a partida prestes a chegar ao fim, o Varzim foi gerindo com muita inteligência. No tempo extra, o Feirense viu Gui Ramos ser expulso e foi em igualdade numérica que as formações terminaram o jogo, sem que voltasse a haver mexidas no marcador.

Uma vitória, por 1-2, do Varzim que não sofre qualquer contestação e que até merecia uns números mais expressivos.

Texto | Sílvia Nunes
Fotografia | José Alberto Nogueira

Ficha de Jogo ⇓

É tudo uma questão de… IDENTIDADE!
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